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Cozinhando na Paisagem do Abrigo Paleolítico de Vale de Boi | Budens | Vila do Bispo

16 agosto 2015 domingo 18h30
adro da Igreja de São Lourenço | Vale de Boi
acção performativa de Jorge Rocha com a participação de 
Nuno Ferreira Bicho (arqueólogo e investigador da UALg) e 
Ana Carla Cabrita (guia de natureza e investigadora da flora local)
17h30 visita orientada pelo arqueólogo Nuno Bicho com partida da Igreja 






















O 'Cozinhando na Paisagem' de Jorge Rocha continua o seu conjunto de acções performativas para 2015, que se desenrolam até Outubro. É já no próximo domingo, dia 16 de Agosto, que terá lugar mais uma destas acções, desta feita numa das mais significativas jazidas paleolíticas do Sul Peninsular, situada precisamente no concelho de Vila do Bispo - O ABRIGO PALEOLÍTICO DE VALE DE BOI.
Com o apoio da Câmara Municipal de Vila do Bispo, a acção terá lugar pelas 18h30, com um menu inspirado no Período Paleolítico investigado no local, tendo como convidados participantes Nuno Ferreira Bicho, arqueólogo e investigador da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve, e Ana Carla Cabrita, guia de natureza, coautora do guia de flora “200 Plantas do SW Alentejano & Costa Vicentina” e vencedora do prémio Awards Natural.PT 2015.
De forma a proporcionar a melhor perspectiva sobre a paisagem onde se destaca a beleza e importância do Abrigo Paleolítico de Vale de Boi, a acção terá lugar no adro da Igreja de São Lourenço - Vale de Boi. Só na altura se saberá quais as iguarias a confeccionar pelo artista Jorge Rocha, mas, desde já, podemos adiantar que muito terá a ver com as investigações realizadas no local, desde 1998, sobre os hábitos alimentares das gentes que há milhares de anos passaram temporadas nesta zona. Antes da acção, terá lugar uma visita ao sítio arqueológico, orientada pelo Professor Nuno Bicho, com ponto de partida na Igreja de São Lourenço - Vale de Boi, pelas 17h30.
Nuno Ferreira Bicho será o arqueólogo investigador que acompanha e comenta a acção gastronómica, não fosse ele o responsável pela coordenação das equipas que têm desenvolvido as campanhas arqueológicas neste local. Além de investigador dos mais remotos grupos humanos da Pré-história, é Professor na Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve. Em 1992 realizou Doutoramento em Antropologia, especialidade de Arqueologia, na Southern Methodist University, Dallas, Texas, EUA. Desde então têm coordenado diversos projectos de investigação arqueológica nos EUA e Equador. Em Portugal coordenou investigações internacionais na Estremadura e no Algarve. Iniciou recentemente um projecto no Sul de Moçambique, em colaboração com a University of Louisville, EUA, e com a Universidade Eduardo Mondlane, de Maputo, sobre o aparecimento do Homo sapiens sapiens na África Austral.
Ana Carla Cabrita será também uma convidada participante, tendo em conta o seu profundo conhecimento da região, particularmente no que toca à flora local, tendo editado recentemente, em coautoria com Ana Luísa Simões, o guia de flora bilingue (Português e Inglês) intitulado“200 Plantas do SW Alentejano & Costa Vicentina”. Este livro é o resultado de dois anos de investigação e é constituído por fichas de identificação, fotografias, nomes científicos, famílias botânicas, características, ciclos vegetativos, habitats, etc. Ana Carla Cabrita desenvolve trabalho como guia da natureza na Costa Vicentina através da sua empresa Walkin’Sagres, proporcionando diversificados passeios pedestres guiados. Pelo reconhecimento das boas práticas empresariais, ambientais e sociais do seu projeto, foi distinguida recentemente com o 1º Prémio no Concurso Natural.PT 2015.
Porquê no Abrigo Paleolítico de Vale de Boi?
Trata-se da mais extensa e uma das mais significativas jazidas paleolíticas conhecidas em todo o sul peninsular, situada precisamente no concelho de Vila do Bispo, num abrigo rochoso em Vale de Boi, Budens. Identificado em 1998, foi, desde então, objecto de regulares campanhas arqueológicas realizadas por equipas de arqueologia da Universidade do Algarve, coordenadas pelo Professor Nuno Ferreira Bicho. Numa uma área de dispersão superior a 10.000 m2, a investigação na jazida arqueológica de Vale de Boi foi assim desvendando uma importantíssima sequência crono-estratigráfica, com registos que remetem para uma praticamente contínua presença humana, entre o Paleolítico Superior e o Neolítico Antigo - entre os 33.000 e os 6.000 anos antes do presente.
Cozinhando na Paisagem integra-se no projecto PALATO e é uma acção performativa sobre sítios históricos e arqueológicos, um espectáculo gastronómico que decorre nos locais com uma paisagem em plano de fundo, abordando temáticas que colocam a Gastronomia de cada época em cruzamento com os hábitos alimentares da sociedade contemporânea.
Em cada sítio histórico é montada uma infraestrutura improvisada onde o artista, em conjunto com os investigadores de cada monumento, desenvolve uma acção performativa num formato talk show, cozinhando ao vivo e transmitindo em directo na Internet, assumindo os públicos físicos e virtuais como participantes no processo de criação artística.
Partindo de um menu inspirado nas entrelinhas da História e da Arqueologia, são consideradas as características únicas de cada local e valorizados os factores paisagísticos, patrimoniais e sociais. Cada sessão é antecedida por uma visita comentada ao local, desenvolvida em colaboração com as entidades responsáveis por cada sítio histórico.
Todas as sessões são transmitidas em directo, em www.palato.org/transmissao, resultando num conjunto de paisagens virtuais armazenadas no Canal PALATO do site www.palato.org, sendo estas o foco da investigação artística em curso.
Próximas acções confirmadas:
Castelo de Salir (Concelho de Loulé) - 22 de Agosto
Monte Molião (Concelho de Lagos) - 26 de Agosto
Mosteiro de Santa Maria de Flor de Rosa (Concelho do Crato) - 29 de Agosto
Mercado de Olhão (Concelho de Olhão) - 6 de Setembro
Ermida de Nossa Senhora de Guadalupe (Concelho de Vila do Bispo) - 18 de Outubro
Equipa PALATO:
Coordenação artística: Jorge Rocha
Coordenação científica: Elena Morán
Produção: Carmo Serpa
Comunicação: Luísa Rosa Baptista
Fotografia: Ricardo Soares

Informações:
Com transmissão em direto no site www.palato.org/transmissao
Mais informações em www.palato.org ou pelo e-mail palato@rizomalab.pt  

Contactos telefónicos:  
Carmo Serpa - 964735536 (Produção)
Luísa Baptista - 966803707 (Comunicação)
Ricardo Soares - 966616527 (CMVB)


No Fim do Mundo há 30 Mil Anos Atrás | Vale de Boi | Vila do Bispo

Inauguração dia 08 de Agosto | 18 horas
Centro de Interpretação de Vila do Bispo


Patente no Centro de Interpretação de Vila do Bispo, entre 8 de Agosto e 30 de Setembro de 2014, a exposição 'NO FIM DO MUNDO HÁ 30 MIL ANOS ATRÁS: OS CAÇADORES-RECOLECTORES PRÉ-HISTÓRICOS DE VALE BOI' surge como uma retrospectiva dos trabalhos arqueológicos desenvolvidos até ao momento, mostrando uma panorâmica dos 15 anos da história dos trabalhos na jazida de Vale Boi, debruçando-se particularmente sobre os dados relativos à economia, sociedade e tecnologia dos mais antigos caçadores-recolectores do Paleolítico Superior do Sul da Península Ibérica. 

Patent in the Interpretation Centre of Vila do Bispobetween August 8 and September 30, 2014, the exhibition 'AT THE END OF THE WORLD 30.000 YEARS AGO: THE VALE BOI PREHISTORIC HUNTER-GATHERERS' is a retrospective of the archaeological work developed at the site, showing throughout an overview of 15 years of research, particularly focusing on the economic, social and technological aspects of the oldest hunter-gatherer communities in Southern Iberia.

O mistério mais antigo da Humanidade e a "Alegoria da Caverna"

O que são 8 minutos num universo de 30 000 anos? 8 minutos que nos oferecem uma absolutamente fascinante proposta no sentido do desvendar de um dos mais antigos enigmas da Humanidade - as pinturas rupestres do Paleolítico.
O designer David Bertrand apenas precisa de 8 breves minutos das nossas "sapientes" vidas para nos propor uma perturbante hipótese de explicação.
Independentemente de todas as incertezas e desconfianças, este pode constituir um claro exemplo de que a Arqueologia deve libertar-se de clássicos preconceitos académicos e admitir contributos tão diversificados, como legítimos, de outras áreas do pensamento e do conhecimento. 

O "nosso" Passado é de todos e para todos...


Ainda a este propósito, e bem a propósito, será de recuperar a Alegoria da Caverna - parábola pela qual Platão propõe a libertação da condição de escuridão que nos aprisiona através da projecção da luz da verdade/realidade, num modelo de linguagem (quase "cinematográfica") e de educação para a formação do Estado ideal.
Para o efeito, temos de imaginar muros extremamente altos, que separam o mundo exterior de uma caverna. Na caverna existe uma fresta por onde passa um feixe de luz exterior. No interior da caverna vivem seres humanos, que nasceram e cresceram na escuridão e isolamento do oco cavernícola - "homens das cavernas". De costas para a entrada, acorrentados e sem poderem mover-se, são forçados a olhar apenas para a parede do fundo da caverna, onde são projectadas sombras de outros homens que, além do muro, mantêm acesa uma fogueira.
Agora vamos imaginar que um dos prisioneiros consegue libertar-se, rodar sobre si e, tal como Siddhārtha, ao ver o muro, opta por escala-lo, escapando da caverna e descobrindo, pela primeira vez, que as sombras eram produzidas por homens como ele e que existe todo um infinito novo mundo - a realidade.
Se este liberto decidisse voltar à caverna, revelando aos seus antigos companheiros a situação extremamente enganosa em que viviam, correria, segundo Platão, o risco de ser simplesmente ignorado ou até morto, tomado por um louco mentiroso.
Aplicando a alegoria à nossa actual "realidade": as sociedades e os homens encontram-se acorrentados a uma infinidade de preconceitos, paradigmas, dogmas, falsas crenças, ideias feitas e enganosas, indiferentes a realidades tão claras como a própria Natureza, inertes e incapazes de olhar para além dos muros que nos cercam, que nos são impostos por  restritas classes dominantes de outros homens. Se alguém chega e põe em causa as "verdades" das sombras filtradas e projectadas pelas fogueiras dos poderes e interesses instituídos, será desacreditado ou eliminado, como Sócrates, morto pelos cidadãos de Atenas, inspirando Platão na sua Alegoria da Caverna.

Um dos contributos desta filosófica parábola é o estimulo do senso crítico, designadamente no admitir de hipóteses alternativas e de realidades proibidas, algo que vai faltando até onde é menos suposto, por exemplo, em certas áreas do pensamento e do conhecimento, designadamente no mundo académico!


Sobre o papel da Universidade nas sociedades de hoje, Umberto Eco escreve um artigo que termina do seguinte modo:


«As universidades constituem um dos poucos lugares em que as pessoas ainda se encontram face a face, em que os jovens e os investigadores podem compreender quanto o progresso do saber precisa de identidades humanas reais e não virtuais».


Ice Age Art: arrival of the modern mind

An exhibition 40,000 years in the making
7 February - 26 May | 2013
British Museum - Room 35
Discover masterpieces from the last Ice Age drawn from across Europe in this groundbreaking show. Created by artists with modern minds like our own, this is a unique opportunity to see the world's oldest known sculptures, drawings and portraits.
Ice Age art was created between 40,000 and 10,000 years ago and many of the pieces are made of mammoth ivory and reindeer antler. They show skilful, practised artists experimenting with perspectives, scale, volumes, light and movement, as well as seeking knowledge through imagination, abstraction and illusion.
These exceptional pieces will be presented alongside modern works by Henry Moore, Mondrian and Matisse, illustrating the fundamental human desire to communicate and make art as a way of understanding ourselves and our place in the world. Although an astonishing amount of time divides us from these Ice Age artists, such evocative pieces show that creativity and expression have remained remarkably similar across thousands of years.
One of the most beautiful pieces in the exhibition is a 23,000-year-old sculpture of an abstract figure from Lespugue, France. Picasso was fascinated with this figure and it influenced his 1930s sculptural works - the Bison sculpted from mammoth ivory, found at Zaraysk, Russia, about 20,000 years old
(image below).

Cave of Forgotten Dreams


SYNOPSIS

Following his previous documentary Encounters at the End of the World, iconic director Werner Herzog once again takes us deep behind the frontier of an extraordinary place. Having gained unprecedented access through the tightest of restrictions and overcome considerable technical challenges, he has captured on film, with specially designed 3D cameras, the interior of the Chauvet Cave in southern France. This is where the world’s oldest cave paintings – hundreds in number - were discovered in 1994. In the mesmerising Cave of Forgotten Dreams, he reveals to us a breathtaking subterranean world and leads us to the 32,000-year-old artworks. In that deeply moving moment of encounter, we come face to face with pristine and astonishingly realistic drawings of horses, cattle and lions, which for the briefest second come alive in the torchlight. In true Herzogian fashion, his hypnotically engaging narration weaves in wider metaphysical contemplations as we learn more about the Paleolithic art and its creators. Through his understated and gently humorous voiceover, we are invited to reflect on our primal desire to communicate and represent the world around us, evolution and our place within it, and ultimately what it means to be human.


Fortes do Pessegueiro

Porto Covo | Sines

Ilha do Pessegueiro


Forte da Ilha de Fora - Forte de Santo Alberto do Pessegueiro ou Forte do Pessegueiro


Costela de baleia jacente na Ilha com o Hiate de Setúbal ao largo (2006)

Forte de terra - Forte de Nossa Senhora da Queimada do Pessegueiro

Baluartes, fosso e muros em talude

Portão monumental com ponte levadiça em madeira sobre o fosso

Marca de canteiro - recurrent symbols

Pedreira de Arenito - construção do forte

Praia elevada/Quaternário



A Ilha de Fora, ou Ilha do Pessegueiro, define-se como uma ilha "naviforme" com cerca de 335 m de comprimento por 235 m de largura, orientada segundo um eixo N-S. Ainda hoje é utilizada como porto natural por se implantar como um "baluarte" rochoso, oferecendo abrigo contra os ventos predominantes do quadrante Norte. As escavações arqueológicas realizadas na Ilha do Pessegueiro revelaram, além de muito destruídos vestígios da Idade do Ferro, uma ocupação da época romana conservando casas de habitação, armazéns, um balneário, um forno de cozer pão, uma forja e um complexo de salga de peixe com as respectivas cetárias.

O Forte de Santo Alberto do Pessegueiro, também conhecido por Forte do Pessegueiro ou Forte da Ilha de Fora, cruzava fogos com o forte de terra, o Forte de Nossa Senhora da Queimada do Pessegueiro, mais conhecido por Forte da Ilha de Dentro ou Forte da Praia do Pessegueiro. Ambos integravam o sistema defensivo da costa Alentejana durante a dinastia Filipina (construção iniciada em 1588). O forte de terra, de planta poligonal quadrangular, ainda conserva dois baluartes nos vértices Sudeste e Sudoeste, uma bateria poligonal sobre a praia, muros em talude, um fosso e, no corpo do forte, a capela (ermida de Nossa Senhora da Queimada), o paiol e algumas casernas. Parte do aparelho pétreo (arenito) empregue na construção das estruturas fortificadas foi extraído de formações geológicas nas imediações. Nas formações quaternárias subjacentes à duna consolidada sobre a qual foi edificado o forte de terra, foram identificados artefactos líticos do Paleolítico.

De acrescentar, ainda, na área do Pessegueiro, um povoado e necrópole da Idade do Bronze/1.ª Idade do Ferro. Trata-se de uma extensa área plana onde se implantou o povoado, rodeado por núcleos de sepulturas de tipo "cista", além de alguns vestígios de ocupação funerária mais tardia.

Bibliografia:


FERREIRA, C. J. A.; LOURENÇO, F. S.; SILVA, C. T.; SOUSA, P. (1993) – Património Arqueológico do Distrito de Setúbal. Subsídios para uma carta arqueológica. Setúbal: Associação de Municípios do Distrito de Setúbal.

SILVA, C. T.; SOARES, J. (1981) – Pré-História da Área de Sines. Trabalhos arqueológicos de 1972 a 1977. Lisboa, Gabinete da Área de Sines.

Lapa de Santa Margarida





Cavidade cársica situada no sopé do maciço da Serra da Arrábida, na sua vertente Sul, entre o Portinho da Arrábida e a Praia de Alpertuche, aberta em arribas escavadas pelo mar durante o Plistocénico. Apresenta bons exemplos de conglomerados provenientes de terraços marinhos de 12-15 e 5-8 metros, produzidos entre o último interglaciário e os inícios da glaciação de Wurm (100.000 Anos). Actualmente, o desnível da gruta, em relação ao nível do mar, ronda os 5 metros. A lapa apresenta uma entrada na falésia exposta ao Oceano, abrindo para uma grande sala.

Em 1940, G. Zbyszewski e H. Breuil documentaram um biface abbevilense, muito rolado, além de utensílios em quartzo do mustierense.

"abre-se em dois arcos na rocha, um que dá sobre o mar, outro que dá para fragas. Entra-se pelo que dá sobre o mar, até onde vos puder internar o vosso barquinho, como fazem os pescadores do Cabo quando vão ouvir missa ou levar oferenda à Santa da Lapa. De repente arqueia-se sobre vós a gruta silenciosa, cheia de uma frescura e de uma suavidade inalteráveis, sepultada num silêncio religioso que o roçar das ondas parece não interromper. Recorta-se irregularmente em caprichosas estalactites o côncavo da Lapa. Em alguns pontos, foram subindo do solo as colunas vítreas a que os naturalistas chamam estalagmites, e tanto cresceram que puderam fundir-se com as grandes massas de carambina pendentes da abóbada. Abraçaram-se e fizeram colunas que três homens não poderão abranger com os braços" - Alexandre Herculano.

in Revista Occidente, 1886
Bibliografia:


SILVA, C. T.; SOARES, J. (1986) – Arqueologia da Arrábida. Parques Naturais. Lisboa: Serviço Nacional de Parques, Reservas e Conservação da Natureza, 15, p. 29-30.
http://www.sesimbra.com/patrimonio/L_St-Margarida.html
Base de dados Endovélico

Fotografia de Ricardo Soares e Sara Navarro

Lascaux virtual

Visita virtual à Gruta de Lascaux, (clic aqui)


Lascaux é um complexo cavernícula no sudoeste de França, famoso pela suas pinturas rupestres de bovídeos, cavalos, cervos, cabras selvagens, felinos e antropomórficos.